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Colunista Zé de Melo – O POR QUE NÃO VOTAR E O POR QUE VOTAR EM MEILTON LUNA

Caro leitor! Estamos dando continuidade ao debate sobre a escolha do futuro ou da futura prefeita de Colônia. Antes, fizemos essa pergunta tendo como referência a prefeita Paula, seguimos com a mesma questão para o candidato Manuilson e é chegada a vez do Meilton Luna.

Afinal, quais os motivos que levam o eleitor a votar ou a não voltar no candidato Meilton Luna? Iniciaremos com a questão do porquê de não votar em Meilton. É bom lembrar que este candidato foi eleito como vice do ex-prefeito Cássio. As razões ecoadas da comunidade são as seguintes: a) primeiro é que já foi prefeito e por mais tempo vice-prefeito com as qualidades e defeitos do Cássio e Manuilson. É um candidato que já esteve envolvido diretamente com a administração de ambos; b) não poderá se colocar na campanha como uma candidatura nova e sem qualquer experiência;  c) não tem clara qualquer disposição para a elaboração de um planejamento para a cidade; d) não propõe qualquer tipo de mudanças nas práticas administrativas da cidade e seu horizonte começa e finda na própria cidade; e) é de um partido que apoiou o golpe ao governo Dilma, tendo sido inicialmente seu aliado; f) e, finalmente, não dispõe de equipe para assegurar a governabilidade da cidade.

Na lógica dos textos anteriores, temos de procurar as razões que são apresentadas à população a respeito de um possível mandato do Meilton, decorrentes de conversas informais. Afinal, quais as razões para se votar em Meilton Luna? Vejamos o que tem sido respondido: a) ele é uma possibilidade de algo novo considerando a sua idade, superando a dicotomia eleitoral e saindo da situação do preto e branco das eleições – Paula ou Manuilson; b) talvez, possa ser uma opção de terceira via, ajudando a política da cidade, mas se definisse uma competente equipe de governo; c) poderia juntar várias e novas pessoas da própria cidade para a ação governamental; d) como ex-vice conhece bem a máquina municipal e, talvez, possa executar outras práticas políticas locais; e) como sendo mais jovem, parece estar aberto a inovações ou experimentações políticas; f) e, finalmente, é uma promessa que bem pode estar testando o seu potencial eleitoral com o nome na disputa.

Finalmente, votar ou não votar neste candidato? Ora, o significado desse texto é apresentar as potencialidades e limites de cada candidato e, então, externá-las ao público. O voto é algo importantíssimo e pela participação torna-se uma atitude cidadã, no momento em que você mesmo exerce a sua escolha. Neste momento do voto, você pratica a sua cidadania e esta é somente sua. Cidadania, assim, não se oferece ao outro. Cidadania é algo a ser conquistado. Portanto, a opção final é somente sua.

 

José Francisco de Melo Neto (zé de melo neto)

Professor Titular e Pesquisador da UFPB

Membro do Movimento Colônia e Cidadania – MCC

Membro da Academia de Cultura de Colônia – ACCL

Sobre Direto da Redação

2 comentários

  1. Não é preciso ser (im)parcial para identificar um golpe.
    Quanto ao texto, bastante válido, Zé!

  2. Golpe? Um pouco de imparcialidade por favor.

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