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Pesquisa busca aperfeiçoar tratamento da Leshmaniose Tegumentar

Estudo realizado na UFAL promete melhorar tratamento de doença transmitida pelo mosquito-palha, que é comum em Colônia

Professora Camila Dornelas, pós-doutora em Nanotecnologia Farmacêutica. (Foto: Gazeta WEb)

Professora Camila Dornelas, pós-doutora em Nanotecnologia Farmacêutica.
(Foto: Gazeta WEb)

Com estudos que visam à melhoria de tratamentos de saúde para a população, a Universidade Federal de Alagoas tem ganhado êxito em diversas pesquisas acadêmicas. Uma dessas pesquisas é dirigida pela professora Camila Dornelas, do curso de farmácia, e busca o aperfeiçoamento no tratamento de leishmaniose tegumentar. O estudo está sendo finalizado agora, em 2016 e conseguiu desenvolver uma pomada à base de própolis vermelha alagoana, que reduz consideravelmente os efeitos colaterais dos medicamentos utilizados para tratar a doença.

A leishmaniose tegumentar é uma enfermidade transmitida através da picada do mosquito Lutzomyia, popularmente conhecido como mosquito-palha. Essa doença tem uma evolução crônica e não contagiosa, que agride a pele, nariz, boca e garganta, além de poder atingir todas as faixas etárias e ambos os sexos. Seu tratamento dura 21 dias, com injeções diárias, que resultam grandes efeitos colaterais, que costumam afetar fígado, rins e baço, fazendo com que muitos pacientes desistam do tratamento.

Grande parte das pessoas que participaram desse estudo clínico mora distante dos centros urbanos. Entre elas, moradores de Colônia Leopoldina, Palmeira dos Índios, União dos Palmares e Novo Lino. Em 2015, Colônia registrou 8 casos de leishmaniose tegumentar.

Sobre Letícia Sobreira

Leopoldinense, 19 anos, estudante de jornalismo na Universidade Federal de Alagoas.

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Por Letícia Sobreira

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